<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5834393806849640495</id><updated>2012-02-16T17:33:09.121-08:00</updated><title type='text'>Na Prática</title><subtitle type='html'>O Na Prática foi criado com o intuito de armazenar todas atividades executadas em aulas, tornando a teoria mais dinâmica e verdadeiramente colocando em prática.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://na-pratica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://na-pratica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Felipe Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04075036690814057207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5834393806849640495.post-724954469032717135</id><published>2008-05-14T14:04:00.000-07:00</published><updated>2008-06-01T14:12:10.565-07:00</updated><title type='text'>O Ano que não Acabou - 1968</title><content type='html'>Na passagem do ano de 67, houve uma grande festa de fim de ano na casa de Heloisa Buarque de Hollanda. Jovens se reuniram para comemorar a chegada de 68. A festa estava cheia de jovens com idéias borbulhantes em suas cabeças, com livre acesso a bebida e sexo. Durante a festa o clima de descontração foi crescendo, a inibidade ficava de lado e as idéias revolucionárias tomavam parte das conversas. Aí estava o início de tudo. Todos se juntando para o bem de sua geração. Os jovens preparavam manifestações estudantis contra o governo.&lt;br /&gt;Nos primeiros meses, muitas das manifestações tinham sido reprimidas com violência. O movimento dos estudantes não manifestava-se somente contra a ditadura, mas também contra a política educacional do governo.&lt;br /&gt;Chico Buarque era um dos defensores das causas estudantis. cantou músicas como “Roda-Viva”, que apoiava a revolução, e que também foi nome da peça de José Celso Martinez, que era completamente inovadora e revolucionaria. A música que embalou os estudantes na época foi "Pra não dizer que não falei das rosas"; de Geraldo Vandré.&lt;br /&gt;Com o teatro não foi diferente. A ditadura aparentava ser a personagem principal desse capítulo ruim de uma história, que mais parecia uma tragédia. Assim como a maioria das artes da época, o teatro estava vivendo a pior de sua fase. Os teatros do Rio e São Paulo estavam em greve, liderados por Cacilda Becker, Glauce Rocha, Tônia Carrero, Ruth Escobar e Walmor Chagas. Mas os atores e diretores não se curvaram. Criaram língua cifrada, trocando palavras por gestos e assim passando a mensagem que normalmente seria censurada se fosse da forma convencional. O teatro se escorçou para, dentro das condições da época, sobreviver.&lt;br /&gt;No dia 26 de julho, mais de 100 mil jovem lotaram as ruas do centro do Rio de Janeiro, enquanto realizavam o mais importante protesto contra a ditadura militar. A manifestação cobrava do governo uma postura diante dos problemas estudantis, que ao mesmo tempo mostrava insatisfação da juventude. Além dos estudantes, a manifestação tinha o apoio de intelectuais, artistas, padres e grande número de mães. Foram três horas de manifestações que acabou sem conflitos.&lt;br /&gt;Durante uma reunião marcada pelo presidente Costa e Silva com os líderes da sociedade civil, foram pedidas à liberação de estudantes detidos, o fim da censura e a abertura do restaurante Calabouço, o que foi negado. Estaria aí começando a mais violenta repressão contra o movimento estudantil. &lt;br /&gt;1968 teve uma importância única para o futuro daquela geração. Foi a partir dali que a reestruturação do Brasil seria feita. Foi um ano que não acabou, como diz o título, pois ainda estamos ligados àqueles tempos. 68 foi apenas um ponto de partida para que a sociedade fosse transformada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5834393806849640495-724954469032717135?l=na-pratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://na-pratica.blogspot.com/feeds/724954469032717135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5834393806849640495&amp;postID=724954469032717135&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/724954469032717135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/724954469032717135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://na-pratica.blogspot.com/2008/05/o-ano-que-no-acabou-1968.html' title='O Ano que não Acabou - 1968'/><author><name>Felipe Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04075036690814057207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5834393806849640495.post-3820662026215379957</id><published>2008-05-07T13:52:00.000-07:00</published><updated>2008-06-01T14:02:19.484-07:00</updated><title type='text'>Foco Narrativo</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Plano do Inimigo I&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa daquelas manhãs eu já estava agoniado, sem ter nada pra fazer, quando tive uma grande idéia. Comecei a pensar como iria executar aquele plano que borbulhava em minha mente. Durante a tarde ainda pensando em como agir, passeando pelo jardim, vi uma criatura que, naquele momento, parecia minha melhor amiga: a cobra.&lt;br /&gt;Não foi difícil convencê-la a me ajudar naquele plano que era infalível. Todas as criaturas naquele lugar estavam de saco cheio daquela vida pacata, aquela vidinha medíocre, de fofoca e sem nada pra fazer.&lt;br /&gt;Durante a noite, enquanto minha parceira dormia, eu a possuí. Tomei conta daquele corpo que rastejava pelo chão. &lt;br /&gt;Quando amanheceu, tudo parecia incrivelmente bom. É claro! Sempre fui invejado em tudo que fiz, em tudo mesmo!&lt;br /&gt;Cheguei de mansinho, como quem não queria nada. Eva se assustou ao me ver puxando assunto, mas logo me fiz de amiga e lhe ofereci uma maçã, a única que ela não podia comer. Mas com um toque de mentira, ela se convenceu e comeu. Tudo que eu queria agora acontecia.&lt;br /&gt;Eu acabei com aquela palhaçada de intimidade. Eva não estava satisfeita com aquela vidinha de fofoca com Deus. Ela queria muito mais. Queria liberdade, desfrutar de tudo que a vida tinha pra lhe oferecer. Eu só dei um empurrãozinho pra ela perceber isso. Assim, acabou passando pro meu lado. O homem de lama também. Não só eles, como milhares que nasceram depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Plano do Inimigo II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa das manhãs ele parecia estar muito agoniado. Sem ter nada pra fazer, em seu canto, parecia muito pensativo. Estava com um tom de mistério. &lt;br /&gt;Durante a tarde, ele e uma cobra conversavam. Com aquelas caras de crianças quando aprontam, eles aparentavam estar bolando algum plano. Durante a noite, algo diferente estava acontecendo com a cobra. Logo ao amanhecer, todos perceberam que ela não parecia a mesma.&lt;br /&gt;A Cobra surgiu para conversar com Eva, chegando de mansinho, como quem não queria nada. Eva se assustou ao ver a cobra puxando assunto, mas ficou tranqüila ao receber uma maçã de presente, a única que não poderia ser comida por ela. Com um toque de mentira traiçoeira, a cobra convenceu a provar a fruta proibida. Tudo que eles haviam planejado estava acontecendo.&lt;br /&gt;Eles acabaram com aquela palhaçada de intimidade. Eva não estava satisfeita com aquela vidinha de fofoca com Deus. Ela queria muito mais. Queria liberdade, desfrutar de tudo que a vida tinha para lhe oferecer. Eles só deram um empurrãozinho para ela perceber isso. Assim acabou passando para seu lado. O homem de lama também. Não só ele como milhares que nasceram depois.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5834393806849640495-3820662026215379957?l=na-pratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://na-pratica.blogspot.com/feeds/3820662026215379957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5834393806849640495&amp;postID=3820662026215379957&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/3820662026215379957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/3820662026215379957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://na-pratica.blogspot.com/2008/05/foco-narrativo.html' title='Foco Narrativo'/><author><name>Felipe Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04075036690814057207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5834393806849640495.post-8821486060116381680</id><published>2008-04-15T14:15:00.000-07:00</published><updated>2008-06-01T14:17:03.625-07:00</updated><title type='text'>Perfil Fictício</title><content type='html'>Cansado daquela vida de grande astro da TV, Gonzo acreditava que se aposentar seria melhor. Depois de longos e proveitosos 12 anos de carreia nos palcos, nas séries e filmes da TV. Dizia estar cansado de ser aquele velho e feio palhaço que fazia todo mundo rir, mas que não conseguia tirar um sorriso de seu coração. &lt;br /&gt;Começou sua carreia ao lado se seus amigos Caco e Piggy e achava que sem eles seria impossível ter uma carreira promissória, tinha convicção que ao lado dos amigos o trio seria completo e 100% unido, eram os únicos que Gonzo tinha confiança.&lt;br /&gt;Com o tempo, estrelou um programa semanal, mas não achava que era bom pra si ficar separado de seus grandes amigos, por mais que tivesse punho pra fazer o programa um dos mais vistos em toda a América Latina, Gonzo não se sentia bem com tanto sucesso, estava acostumado a ser apenas mais um, além de ser feio, com seu enorme nariz e pele verde, sobrava na relação amorosa entre Caco e Piggy.&lt;br /&gt;Não sabia o que fazer, se separar dos amigos, largar seu grande programa ou se aposentar, no momento parecia ser a melhor opção entre as três. O animal de pele azul largara a grande carreira. O que parecia sensato no futuro virou incorreto, Gonzo entrou em depressão e ficou muito doente, sem Ânimo pra cuidar de sua saúde seu fim foi trágico, a polícia encontrou o cadáver enforcado numa sala da mansão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5834393806849640495-8821486060116381680?l=na-pratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://na-pratica.blogspot.com/feeds/8821486060116381680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5834393806849640495&amp;postID=8821486060116381680&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/8821486060116381680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/8821486060116381680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://na-pratica.blogspot.com/2008/04/perfil-fictcio.html' title='Perfil Fictício'/><author><name>Felipe Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04075036690814057207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5834393806849640495.post-2092794714914481694</id><published>2008-04-15T14:14:00.000-07:00</published><updated>2008-06-01T14:15:15.379-07:00</updated><title type='text'>Cena Breve</title><content type='html'>Assim que entrei no bar avistei Pedro, ele estava na última mesa. Fui até ele com meu casaco de Astracã, óculos escuros e luvas. Enquanto me aproximava, eu o observava que ele quebrava a ponta do cigarro, assim como todas as outras vezes. Quando cheguei à mesa fiz um “Ah!” como as atrizes nos filmes da tarde. Um garçom veio correndo pra me oferecer um acento. Sentei e tirei as luvas.&lt;br /&gt;Mesmo sabendo que havia demorado tempo demais perguntei: Demorei?&lt;br /&gt;Pedro me responde que não.&lt;br /&gt;No fundo eu sabia que pouco importava eu estava como sempre, confiante, ergui uma das sobrancelhas: Pedro, precisamos conversar, tenho pensado muito em nós dois nos últimos dias.&lt;br /&gt;Pedro diz em um tom de raiva: Eu também.&lt;br /&gt;Disse que era a última vez que nós nos víamos, pediu pra que eu mandasse alguém ir na casa dele buscar minhas coisas e logo depois saiu sem nem se despedir.&lt;br /&gt;Aquela cena me lembrava cenas do cinema, parecia um filme de terror, eu tinha que aceitar que eu não tinha o vencido como das outras vezes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5834393806849640495-2092794714914481694?l=na-pratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://na-pratica.blogspot.com/feeds/2092794714914481694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5834393806849640495&amp;postID=2092794714914481694&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/2092794714914481694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/2092794714914481694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://na-pratica.blogspot.com/2008/04/cena-breve.html' title='Cena Breve'/><author><name>Felipe Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04075036690814057207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5834393806849640495.post-4286737280428565429</id><published>2008-03-06T09:06:00.000-08:00</published><updated>2008-06-01T13:47:05.503-07:00</updated><title type='text'>Shattered Glass</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.filkhmer.org/imagens/shattered.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 100px;" src="http://www.filkhmer.org/imagens/shattered.jpg" alt="" class="blogimage" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Ambientado no final da década de 90, na América do Norte, “Shattered Glass” conta a história real de Stephen Glass, um jovem e brilhante jornalista, requisitado pelos melhores veículos da imprensa norte-americana como “New Republic”, “Rolling Stone” e “George”, entre outros. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Durante a trama, a redação de um jornal concorrente, com circulação voltada para a web, começa a desconfiar de Glass, indo atrás de dados de uma matéria que havia sido por ele publicada. Algo parecia estar errado, pois nenhum outro jornal sabia da pauta, e os dados fornecidos por Glass eram bastante suspeitos. Ao investigar, o jornal concorrente descobre que a matéria publicada era falsa. Com muito esforço, pode-se comprovar que Glass fraudou matéria, deixando assim os amigos revoltados com as acusações. Glass parecia um rapaz realmente brilhante, que tinha tudo para ser o maior. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Com o passar dos dias, outras matérias de Stephen foram revistas e analisadas, deixando claro, mais uma vez, que não passava de um farsante. No fim ele foi descoberto. Ficou provado que 27 de 41 de suas publicações eram fraudulentas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;Stephen Glass se graduou na escola de direito Georgetown &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;e, logo depois, foi morar em Nova Iorque. Em 2003 foi publicada sua primeira novela: “The Fabulist”, que contava a hitória de um jornalista ambicioso que inventava histórias para progredir em sua carreira.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5834393806849640495-4286737280428565429?l=na-pratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://na-pratica.blogspot.com/feeds/4286737280428565429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5834393806849640495&amp;postID=4286737280428565429&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/4286737280428565429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/4286737280428565429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://na-pratica.blogspot.com/2008/06/shattered-glass.html' title='Shattered Glass'/><author><name>Felipe Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04075036690814057207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5834393806849640495.post-4652396146428225265</id><published>2008-02-28T08:57:00.000-08:00</published><updated>2008-06-01T13:49:37.843-07:00</updated><title type='text'>Responsabilidade Jornalística</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Durante uma rádio novela, exibida &lt;st1:personname productid="em Nova Iorque" st="on"&gt;em Nova Iorque&lt;/st1:personname&gt;, Orson Welles apresentou um capítulo atípico para seus ouvintes. Durante o programa, foram veiculadas notícias de supostas invasões alienígenas, em simulação a notícias reais, seis milhões de ouvintes acompanhavam a novela no dia 30 de outubro de 1938, 1,2 milhão de espectadores interpretaram o programa como fatos reais acreditando que o estado estava sofrendo ataques alienígenas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Exatamente 38 anos depois, Rayol Filho mostrou em seu programa na Rádio Difusora AM, &lt;st1:personname productid="em S￣o Lu￭s" st="on"&gt;em São Luís&lt;/st1:personname&gt; do Maranhão, um roteiro criado por Sérgio Brito que, semelhante ao programa da Rádio CBS, simulava um noticiário em que as notícias eram sobre ataques extraterrestres no Norte do Brasil. Diferentemente de Welles, Rayol Filho não alertou aos ouvintes que tudo fazia parte de uma obra de ficção, baseada em uma matéria da revista Ele&amp;amp;Ela sobre o caso Welles. A situação chegava ao extremo. O capitão da Polícia Militar telefonou para a emissora dizendo que estava pronto para colocar as tropas nas ruas. Sérgio Brito esclarece: “Graças a Deus não aconteceu nada porque não morreu ninguém. Houve uma pessoa que abortou, um pastor evangélico que reuniu a família em sua volta e abriu a Bíblia &lt;st1:personname productid="em Apocalipse. Marconi" st="on"&gt;em Apocalipse. Marconi&lt;/st1:personname&gt; Caldas, que colocou um revólver em cima da mesa, um litro de uísque e disse à mulher que matava ela e os filhos e depois se matava. Também teve a história do marido que não era fiel e que se abraçou com a mulher confessando as traições. Ela o abraçou e disse: se essa é a hora do perdão, Joãozinho não é seu filho”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A mídia como um todo pode publicar qualquer tipo de notícia e histórias, tendo um compromisso de deixar claro aos leitores que fazem parte de uma obra de ficção ou não. Evitando assim constrangimentos, pânicos, invasões a privacidade de famílias e até mesmo segredos que fossem revelados em momentos errados assim como no caso acima. O jornalista tem um compromisso com o lado da verdade, de publicar apenas acontecimentos verdadeiros, pois jornalista que publica histórias criadas e não acontecidas de fato, não é jornalista e sim um mero escritor, assim como escritores podem criar histórias sem nenhum problema com verdades ou ficções. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5834393806849640495-4652396146428225265?l=na-pratica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://na-pratica.blogspot.com/feeds/4652396146428225265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5834393806849640495&amp;postID=4652396146428225265&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/4652396146428225265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5834393806849640495/posts/default/4652396146428225265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://na-pratica.blogspot.com/2008/06/responsabilidade-jornalstica-caso.html' title='Responsabilidade Jornalística'/><author><name>Felipe Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04075036690814057207</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
